Investigue o que mudou: rotina, sono, medicação, estresse, fome, acesso a alimentos ou apoio. Retomar pequenos hábitos e buscar acompanhamento costuma ser mais seguro do que compensar com restrição extrema.

Este conteúdo é educativo. Não substitui avaliação de médico, nutricionista, psicólogo ou outro profissional de saúde.